Livrai-me, Senhor/De tudo o que for/Vazio de amor/ Que nunca me espere/Quem bem não me quer/(homem ou mulher)/ Livrai-me também/De quem me detém/E graça não tem/ E mais de quem não/Possui nem um grão/ De imaginação. "Libera-me". Carlos Queiroz
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
a terra
no passar das ruas, em que nós passámos, recordo os passos que demos, trocados entre risos de felicidade comprometida no nosso afecto, cúmplice. na altura. nas alturas. agora, pousada na planície não te vejo. não te procuro nem te quero encontrar. escavo a terra livre de ninguém que nem de mim é. e tudo o que encontro são vestígios de vida. outra. coloco a terra como a encontrei e sigo em frente.
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6 comentários:
podemos dizer então que habitamos várias terras, e que muitas vezes umas e outras nada têm em comum.
podemos dizer isso tb. mas n terem nada em comum... isso já é outra conversa... talvez pirandello ajude. até
pirandello??
não ajuda? pensei q sim...
porquê?
:) não tenho o espaço necessário para explicar... até
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