Livrai-me, Senhor/De tudo o que for/Vazio de amor/ Que nunca me espere/Quem bem não me quer/(homem ou mulher)/ Livrai-me também/De quem me detém/E graça não tem/ E mais de quem não/Possui nem um grão/ De imaginação. "Libera-me". Carlos Queiroz
domingo, 15 de fevereiro de 2009
pensar
nos últimos tempos tenho pensado demasiado na minha vida. sem pensar se isto é bom ou mau, estou em fase pause, com o dedo pressionado sobre o rewind de momentos marcantes que a compuseram, do que já fiz ou do que já poderia ter feito ou do que ainda poderei fazer. esta actividade é, por vezes, constrangedora, em particular quando alguns ses nos corroem, perspectivando que o meu estado, agora imediato poderia ter sido outro, melhor e a partir do qual obteria mais bem estar. todavia, se aquele se e mais o outro tivesse deixado de ser um se, estaria certamente neste mesmo ponto de questionamento, pois certamente outros ses apareceriam, obviamente embrulhados com outros sonhos sempre apaixonados. e viver de forma apaixonada também é tramado...
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2 comentários:
pensar muito, falo por experiência própria, não resolve dúvidas, só o tempo as resolve. Algumas dúvidas são mesmo estruturantes, isto é, nossas, provocadas pelo acto de pensar. SE...pois, as experiências mentais são infinitas!!Bom domingo!
não diria que sejam dúvidas... talvez seja um balanço dos vinte anos e uns trinta e picos e coisa e tal. já agora, boa semana!
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