Livrai-me, Senhor/De tudo o que for/Vazio de amor/ Que nunca me espere/Quem bem não me quer/(homem ou mulher)/ Livrai-me também/De quem me detém/E graça não tem/ E mais de quem não/Possui nem um grão/ De imaginação. "Libera-me". Carlos Queiroz
quinta-feira, 26 de maio de 2011
um vídeo que fale por ti
encontrei esta música num blogue (arrastão). e desde que a ouvi não me sai da cebeça.
coração não é tão simples quanto pensa. nele cabe o que não cabe na dispensa.
sábado, 14 de maio de 2011
depois de consultar o programa de um festival fiquei com uma energia, como estes aqui, em 1941. e o que terá acontecido em 1941?
domingo, 8 de maio de 2011
um vídeo que fale por ti
como não sei dutch, entre outras coisas, não entendo patavina da letra desta música. nem o significado de poopeloo. por vezes acontece. mas gosto do som, oriundo da década de 80.
outras músicas estarão na terça-feira no festival da eurovisão. os homens da luta também. independentemente da minha opinião, espero que tragam a melhor pontuação de sempre. vamos à luta.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
facto
tenho o vício de gostar e de comprar livros. erro meu, ainda não me habituei a requisitá-los numa qualquer biblioteca municipal. assim, tenho alguns livros que comprei-li e outros, vários, que comprei-não li com lombadas ranhosas comó raio. domingo irei à feira do livro, devidamente acompanhada pois, caso contrário, correrei o risco de passar até ao final do mês a pão e água. pois é.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
actualizado:
já aqui escrevi que Tracy Chapman foi uma das minhas maiores companheiras de caminhadas. não única. mas muito presente. sabia as músicas todas; espalhava-as pela casa, entre paredes. ouviam-me uns pombos e alguns cães de quintais vizinhos. outros, raramente, de vez em quando comentavam - lá anda ela com a preta.
depois de ontem ter colocado uma posta para alguém que adoro, regressei hoje a vários poemas musicados da Tracy. aqui ficam mais uns. para eu ir clicando, e recordar-me de outros tempos, ainda a K7, com uma cabrona de fita que teimava ficar presa nas merdas das cabeças do gravador. depois, pegava numa caneta sempre a rodar, rodar para a fita voltar ao lugar.
domingo, 1 de maio de 2011
no sentido sem sentido, sinto. em outro sentido, sigo. marcha. com o 25 de abril consigo, como conseguem muitas escrever - tenho orgulho em ser mulher; tal como viajar, opinar, estudar, trabalhar, fumar, sair à noite, quase sempre de calças, que a legislação da altura me impediria fazer. não concordo com o arrependimento adormecido de Otelo. graças a ele, Salgueiro Maia e outros é possível, entre muitas e importantes conquistas, também escrever neste blog. sem dúvidas, 25 abril, sempre. e hoje, recordo outras tantas pessoas que lutaram pelos meus direitos enquanto mulher e trabalhadora.
a tant@s e à minha mãe( que me deu à luz, coitada... :)) aqui fica o meu agradecimento.
a tant@s e à minha mãe( que me deu à luz, coitada... :)) aqui fica o meu agradecimento.
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