domingo, 1 de maio de 2011

no sentido sem sentido, sinto. em outro sentido, sigo. marcha. com o 25 de abril consigo, como conseguem muitas escrever - tenho orgulho em ser mulher; tal como viajar, opinar, estudar, trabalhar, fumar, sair à noite, quase sempre de calças, que a legislação da altura me impediria fazer. não concordo com o arrependimento adormecido de Otelo. graças a ele, Salgueiro Maia e outros é possível, entre muitas e importantes conquistas, também escrever neste blog. sem dúvidas, 25 abril, sempre. e hoje, recordo outras tantas pessoas que lutaram pelos meus direitos enquanto mulher e trabalhadora.

a tant@s e à minha mãe( que me deu à luz, coitada... :)) aqui fica o meu agradecimento.

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