sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

a terra

no passar das ruas, em que nós passámos, recordo os passos que demos, trocados entre risos de felicidade comprometida no nosso afecto, cúmplice. na altura. nas alturas. agora, pousada na planície não te vejo. não te procuro nem te quero encontrar. escavo a terra livre de ninguém que nem de mim é. e tudo o que encontro são vestígios de vida. outra. coloco a terra como a encontrei e sigo em frente.

6 comentários:

via disse...

podemos dizer então que habitamos várias terras, e que muitas vezes umas e outras nada têm em comum.

eu disse...

podemos dizer isso tb. mas n terem nada em comum... isso já é outra conversa... talvez pirandello ajude. até

via disse...

pirandello??

eu disse...

não ajuda? pensei q sim...

via disse...

porquê?

Anónimo disse...

:) não tenho o espaço necessário para explicar... até