Livrai-me, Senhor/De tudo o que for/Vazio de amor/ Que nunca me espere/Quem bem não me quer/(homem ou mulher)/ Livrai-me também/De quem me detém/E graça não tem/ E mais de quem não/Possui nem um grão/ De imaginação. "Libera-me". Carlos Queiroz
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
recordo
cada dia que passa, lembro-me de ti. recordo-te, num emanharado de sentimentos, difusos, embrulhados todos pelo fim. nosso; relacionamento. sabes? sabes o que eu sei? eu não sei tudo o que tu sabias, mas sei que quando te aproximavas, com os teus cabelos libertos, como tu me beijavas no desejo de um encontro. nosso; corpo. nossas; bocas. ao ouvido embrulhavas-me um presente, quente pelo aproximar do teu ar sobre a minha orelha e penetravas no meu cérebro o som da tua voz e nele, depositavas, devagar a palavra amo-te. nesse momento, o meu cérebro expandia para todo o corpo a informação que queria. ter-te; entre o cruzar das nossas línguas hiperactivas. pois, também eu te amava. amei. com saudades todos os bons momentos que partilhámos. por vezes em silêncios imperiosos, outras, num florescer de palavras achadas nos actos que partilhámos de emoção.
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