paro numa esplanada. pego na cadeira com as duas mãos, coloco-a contra mim e abro espaço. sento-me. coloco os braços sobre a mesa; sustêm a face na realidade que nunca se desliga. também do rio tejo. troncos suados correm sobre pernas de todas as idades. cabeças com penteados made in vento rodam entre a esquerda, a direita ou em frente; nunca se viram para trás. punhos cerrados batem sobre as mesas em redor. tabuleiros passeiam com uma mão e imperiais e copos vazios. vozes ecoam palavras banais. puxo a cadeira para trás. distancio-me da mesa. levanto-me em direcção à caixa. passo uma nota para uma outra mão. a outra mão dá-me moedas. saio.
sem palavras.
2 comentários:
..esplanadas do 28!! :)
Beijo
essas são as melhores! são prazeres de graça ;) bjs
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