Livrai-me, Senhor/De tudo o que for/Vazio de amor/
Que nunca me espere/Quem bem não me quer/(homem ou mulher)/ Livrai-me também/De quem me detém/E graça não tem/
E mais de quem não/Possui nem um grão/
De imaginação.
"Libera-me". Carlos Queiroz
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
as palavras não têm valor. nós somos uma espécie de banqueiros das palavras. só ganham o valor que nós lhes quisermos atribuir. fora isso, são letras todas juntas.
2 comentários:
Anónimo
disse...
concordo e não concordo pois no princípio era o verbo e toda a gente sabe dentro de si que as palavras são poderosas e que com elas fazemos muitas coisas boas e más e também deixamos adivinhar o que nos vai dentro e por isso têm um imenso valor
também concordo e discordo. pois, de certeza, ambas sabemos que por vezes deitam-se palavras fora de forma instântanea, sem lhes reconhecer valor, quem as emite. só pelo impacto que possam causar, no receptor. talvez no início seja o verbo e no fim? :)
2 comentários:
concordo e não concordo pois no princípio era o verbo e toda a gente sabe dentro de si que as palavras são poderosas e que com elas fazemos muitas coisas boas e más e também deixamos adivinhar o que nos vai dentro e por isso têm um imenso valor
também concordo e discordo. pois, de certeza, ambas sabemos que por vezes deitam-se palavras fora de forma instântanea, sem lhes reconhecer valor, quem as emite. só pelo impacto que possam causar, no receptor. talvez no início seja o verbo e no fim? :)
Enviar um comentário