Livrai-me, Senhor/De tudo o que for/Vazio de amor/ Que nunca me espere/Quem bem não me quer/(homem ou mulher)/ Livrai-me também/De quem me detém/E graça não tem/ E mais de quem não/Possui nem um grão/ De imaginação. "Libera-me". Carlos Queiroz
quarta-feira, 4 de julho de 2012
já chega
tenho vontade de escrever. deixei o caderno e a caneta intocáveis em cima da mesa, recolhi o banco de madeira onde habitualmente me sento e dirigi-me para aqui, para onde tu estás agora, sim. tentei escrever uma mensagem nova, com algum sentido. mas não consegui. uma e outra vez e nada. talvez se eu escrevesse o que fiz hoje, mais o que senti e observei, fosse deveras interessante para quem aqui aparece. tu. e para quê, afinal? qual o objetivo (não gosto da palavra propósito) de quem quase diariamente expõe as suas tripas e movimentações da bílis? respeito, de peito. mas de coração não me apetece. fazer deste blogue o mesmo poço de rabiscos com linhas curvas e rectas que presenteiam o meu caderno a papel. não. aqui invento, por vezes, o que ao papel não posso e não quero. quero escrever. preciso. talvez regresse aqui mais vezes. por hoje já chega.
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