domingo, 7 de novembro de 2010

"tou" com uma ideia... só uma

Portugal viveu nos últimos dias diluído em imagens e palavras de acontecimentos, sucessórios, numa espécie de jogo verdade e consequência. várias pessoas, comigo próximo, expressaram repúdio sempre que as viam e/ou ouviam; transformaram-se em palavrões, símbolos imorais se é que a moralidade ainda existe… não me apetece repetir o que tantas vezes todos ouvimos ou nas notícias de jornal, telejornal ou de rádio. estaria certamente a cometer uma infâmia a ti que te dás ao trabalho de ler este texto.

por mim, afirmo, confirmo e reafirmo até novos dias… estou a borrifar-me para tratos e tratados, fatos carros, buliços e confusões, orçamentos ou limões. não me interessa, não quero saber, gosto de me informar, sem muito, pouco ou nada aprofundar. tenho por vezes umas ideias, cá para mim, num país assim, bestial, bestiais; uma delas é talvez emigrar e a outra que agora apareceu mas vai fugir logo a seguir passo seguidamente a apresentar.
em seguimento da visita de um tal presidente que se cruzou com um tal primeiro ministro e outro presidente portugueses, sugiro que sejam criadas e promovidas acções ao nível, tão falado, social, para além do mais desejado ao nível económico; mas de economia nada percebo, embora esteja a encaminhar-me para daqui a provavelmente dez anos, eu (e mais uns dez milhões) receber um mestrado ou, por que não, doutoramento em economia e finanças. todavia,, reforço, disso eu não entendo nada.
bem, voltemos então à minha ideia, talvez a apresentar num qualquer local , sempre próprio, onde se poderá incluir a embaixada do país do digníssimo presidente visitante. li, ouvi, disseram-me… já nem sei, que no país deste digníssimo presidente accionaram-se medidas de controlo de natalidade extremamente [fica bem] interessantes. como consequência desta acção, há uns anos muitos bebés do sexo masculino, nem se sabe bem porquê, ultrapassaram em valores históricos os do sexo feminino e, assim, assiste-se hoje a um número muito superior de rapazes e homens em relação ao número de raparigas e mulheres. vamos lá ver, tomando como possivelmente verdadeira esta informação, sem certeza, veio-me à lembradeira a ideia do governo do país deste digníssimo presidente passar a exportar para o nosso país … homens. tendo em conta as taxas de natalidade portuguesas, pelas ruas da amargura, acho que seria interessante dar, obrigatoriamente, a cada mulher portuguesa livre, e em regime de mercado negro às que não são, o seu homem exportado, com a obrigatoriedade de com ele procriar. assim, fundir-se-iam os dois países. os homens chegariam em contentores, devidamente acondicionados e com a garantia de fertilidade. as mulheres portugueses limitar-se-iam a requerer junto dos serviços públicos, por meio do preenchimento da devida papelada, preferencialmente numerosa porque assim é que deve ser, a aquisição de um destes potentados. junto dos tais serviços, passado um ano, a mulher em causa seria obrigada a apresentar o fruto da fusão e, caso esse não existisse, teria direito a um tratamento grátis de fertilização, financiado pelos dois países. fantástico!

bem, sem mais demora, por aqui termino hoje esta ideia bestial, que amanhã já não acho piada.
o trabalho é muito. jinhos aos que aparecem por aqui, com afecto e carinho.
boa semana!

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